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Liberdade para o Banco Central do Brasil

Atualizado: 27 de Mai de 2019

A onda Neoliberal que se estabeleceu nos Governos de Margaret Thatcher (GrãBretanha) e Ronald Reagan (EUA).


Desde o início da década de 80 proporcionaram medidas que estabilizaram o desemprego, reduziram o déficit público, privatizaram empresas estatais, e conduziram a Administração Pública para funções essenciais da economia (saúde, educação e segurança pública) com foco no bem estar social e econômico da população, incentivando a liberdade individual e o empreendedorismo.


Social democracia

No Brasil, ainda povoado por esperanças sociais democratas, foram adotadas medidas paliativas que não reduziram o déficit público e nem privatizaram totalmente as empresas estatais; contudo, combateram a inflação galopante que vinha assolando a economia do País

Planos econômicos

Os sucessivos planos de estabilização da economia, até atingir êxito com o Plano Real em 1994 que derrubou a inflação com a implantação da reforma monetária (Unidade Referencial de Valor), reforma cambial (Regime Taxas Flutuantes) e aprovou a Lei de Responsabilidade Fiscal que limita os gastos orçamentários diante das previsões de receitas e proíbe o endividamento para pagamento dos juros da dívida interna.


Entretanto, os Governos que se sucederam não seguiram um ensinamento básico da economia que para manter um crescimento econômico sustentável tem que gerar superávits primários para criar condições de investimentos através de políticas públicas e fomentar um financiamento interno via os setores produtivos da economia.


Não pouparam medidas com forte viés nos subsídios e atos populistas de pagar a dívida governamental externa em moeda estrangeira com baixa taxa de juros pelo endividamento interno com taxas de juros altíssimas, tornando-se refém do sistema financeiro nacional que possui o capital como matéria prima.


Liberdade para o BACEN


Atuação Independente


Como já acontece nas principais economias mundiais, o que facilitaria independência de atuação, colocando o sistema financeiro na sua real função que é fomentar a economia através de financiamentos da produção agrícola, industrial, comercial e de serviços; conceder linhas de crédito para a pequena e microempresa, ao invés de canalizar 70% de todos os recursos financeiros que circulam no país para rolagem da dívida interna.


Tudo isso, com pouquíssimo risco e tratando o Governo Brasileiro como sócio na venda e compra dos títulos públicos com remuneração de juros maiores que o de mercado o que proporciona ao sistema bancário brasileiro os maiores lucros do nosso planeta; desta forma, com a mudança de foco no sistema financeiro daremos um grande passo para a solução de vários problemas da nossa economia, pois somos um povo empreendedor e com riqueza natural de boas ideias, basta termos condições para financiamentos e investimentos similares aos que os países desenvolvidos possuem .






Por Renato Carvalho - Consultor de Governança Corporativa e Compliance certificado pela FGV em compliance anticorrupçao, Membro do Liberdade-PE

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Você pode ignorar a realidade, mas não pode ignorar as consequências de ignorar a realidade.

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Ayn Rand

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